Em risco agora? Ligue 190Mulher: 180 · Denúncia anônima: 181
Apoio às mulheres

A lei protege. A escuta acolhe.

Retrato da Dra. Rosana Lara

Violência doméstica e proteção

Informação sobre a Lei Maria da Penha, medidas protetivas e caminhos para buscar segurança.

Consultar o guia da mulher →
Dra. Rosana Lara ao centro, acompanhada de duas mulheres

Família, filhos e autonomia

Divórcio, pensão alimentícia, guarda e convivência: direitos que fazem parte da reconstrução de uma vida.

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Dra. Rosana Lara sentada, em retrato

Escuta e orientação

Um espaço para levar suas dúvidas e demandas à equipe, com respeito e linguagem simples.

Falar com a equipe →
Dra. Rosana Lara, retrato publicado no Programa Camarote
Na imprensa · Programa Camarote

Entre a lei e o cuidado.

A defesa das mulheres e a convivência com a saúde: a matéria conta como essas experiências construíram as duas grandes causas da Dra. Rosana Lara.

Ver entrevista no SBT Matéria completa ↗

Matéria de 2026. O texto original também aborda a candidatura daquele ano.

Quem é a Dra. Rosana

Uma mulher de 60 anos que nunca aceitou o “não”.

Nascida no Paraná, criada em Manduri, no interior paulista. Primeira faculdade em jornalismo, em Bauru; depois o Direito, que virou vocação. Mãe de dois filhos, avó de duas meninas.

Arapoti · origemManduri · infânciaBauru · formaçãoSão Paulo · atuação
  • Da estética ao Direito

    Começou como esteticista, conheceu o ambiente dos hospitais por dentro e, na advocacia, montou um escritório generalista antes de escolher uma causa.

  • Violência doméstica: a causa escolhida

    Hoje se dedica à área criminal com foco em violência doméstica e assédio, defendendo mulheres e mobilizando profissionais da saúde para reconhecer e encaminhar vítimas.

  • Conselheira na área da saúde

    Formada em conselho pela Board Academy, com mais de dez anos de consultoria em saúde. É daí que vem o olhar de gestão do programa Cuidar de Quem Cuida.

  • Vice-presidente de uma ONG com 15 anos de atuação

    Trabalho social com pessoas em vulnerabilidade, com uma regra: oferecer oportunidade e autoestima, não “coitadismo”. Participa também da Ação do Coração.

Ninguém gosta de ser coitado. O que a gente devolve para as pessoas é autoestima, porque a vida não é fácil para ninguém.Dra. Rosana Lara
Profissão
Advogada
Naturalidade
Arapoti, PR
Programa • São Paulo • 2026

Cuidar de Quem Cuida

Enquanto o paciente dorme, alguém continua cuidando. Enquanto uma cirurgia atravessa a madrugada, alguém permanece ao lado do paciente. Esse alguém é enfermeira, técnico ou auxiliar de enfermagem. A lei já garante repouso adequado a esses profissionais. O programa existe para tirar esse direito do papel, começando pelo Hospital das Clínicas.

Hoje, num plantão de 12 horas

  • Espaço de descanso é privilégio de uma categoria. A enfermagem senta onde dá.
  • Depois de um atendimento grave, não há onde respirar antes de voltar.
  • Equipes de ambulância esperam até 10, 12 horas dentro do veículo, sem água e sem repouso.
  • Esgotamento vira erro, afastamento e queda na qualidade da assistência.

Com o Cuidar de Quem Cuida

  • Salas de repouso e descompressão para a enfermagem, com poltronas, climatização, acústica, iluminação e armários.
  • Prioridade para emergência, UTI, centro cirúrgico, oncologia e plantões de alta carga.
  • Diagnóstico oficial: quantos espaços existem, quem usa, o que falta e em que prazo.
  • Política estadual permanente de saúde mental e recuperação física da enfermagem.

As cinco medidas, já redigidas

Requerimento1. Onde a enfermagem descansa? Dez perguntas oficiais ao Estado+

Requerimento de Informações à Secretaria de Estado da Saúde sobre os espaços de repouso e descompressão no complexo do Hospital das Clínicas (HCFMUSP):

  • Quantos espaços existem em cada Instituto e quais categorias têm acesso.
  • Quantos são destinados a médicos e quantos à enfermagem.
  • Número médio de profissionais de enfermagem por turno.
  • Se os espaços cumprem o art. 15-E da Lei 7.498/1986.
  • Cronograma e orçamento das adequações; estudos de salas de descompressão; programas de prevenção ao esgotamento.
Indicação ao Governador2. Levantamento estadual e projeto-piloto no HC+

Indicação para que a Secretaria de Estado da Saúde faça o levantamento na rede estadual e adote providências para garantir repouso e recuperação física e mental à enfermagem, começando por projeto-piloto no HC.

Pronto-socorro e emergênciaUTIsCentros cirúrgicosOncologiaPlantões prolongados
Projeto de Lei3. Política Estadual de Recuperação Física e Saúde Mental da Enfermagem+

Diretrizes permanentes para o Estado de São Paulo:

  • Condições adequadas de recuperação durante a jornada.
  • Implantação e adequação de ambientes de repouso e descompressão, aproveitando espaços públicos subutilizados.
  • Prevenção do esgotamento profissional e dos riscos da fadiga ocupacional.
  • Adequação dos ambientes ao número de profissionais em atividade.
  • Integração da saúde ocupacional com a segurança do paciente.
Emenda parlamentar4. Recursos para tirar as salas do papel+

Emenda para implantação e adequação de ambientes de repouso e descompressão da enfermagem no HCFMUSP. O projeto pode financiar:

Reforma e adaptaçãoPoltronas e mobiliárioClimatizaçãoTratamento acústicoIluminaçãoArmáriosInstalações sanitárias

A experiência do HC vira referência para expandir à rede estadual.

Gabinete aberto5. Fiscalizar, cobrar e ouvir quem está no plantão+

Um gabinete para ouvir: representantes da enfermagem discutindo junto as demandas que não cabem numa única lei, como as 30 horas, dimensionamento e as condições das equipes de ambulância que aguardam horas nos hospitais sem lugar para repouso. O Radar do Repouso, aqui neste site, já começa esse trabalho antes da posse.

Base legal. A Lei Federal 14.602/2023 incluiu o art. 15-E na Lei 7.498/1986 e assegura aos profissionais de enfermagem condições adequadas de repouso durante todo o horário de trabalho. O direito existe. Falta cumprir.
Contar como é no meu hospitalBaixar o programa completo (PDF)

Este site é uma ferramenta, não um panfleto

Tudo aqui é gratuito e foi feito para servir qualquer pessoa.

O que as pessoas mais procuram

Resolva o de hoje, sem intermediário.

Saúde e segurança são, nas pesquisas de 2026, as duas maiores preocupações dos brasileiros; entre as mulheres, saúde vem em primeiro. Os atalhos abaixo levam direto ao serviço oficial, sem intermediário.

Central de Direitos do Cidadão

Direitos que você já tem e ninguém te contou

Um portal, não um panfleto. Busque pelo que está acontecendo com você ("remédio caro", "acompanhante", "pensão", "conta de luz") e veja o direito, a lei e para onde ir. Atualizado pelo gabinete depois da eleição.

As buscas mais frequentes:

As informações têm caráter orientativo e refletem a legislação vigente na data de publicação. Antes de agir, confirme no órgão indicado. Encontrou um erro ou um direito que falta aqui? Conte para a gente.

Pergunte à Central

Uma dúvida, uma reclamação, um direito. Pergunte do seu jeito.

A Central responde 24 horas com base na legislação, nos serviços públicos de São Paulo e nas propostas da Dra. Rosana. Escreve como fala: "minha mãe internou e não deixam eu ficar", "meu plantão não tem onde sentar", "ele me ameaçou, o que faço".

  • Respostas orientativas, não consulta jurídica. Casos graves recebem primeiro os canais oficiais.
  • Perguntas frequentes viram novos itens da Central de Direitos: você melhora o portal para a próxima pessoa.
  • Quando quiser resposta humana, a equipe continua a conversa no WhatsApp.
Dra. Rosana Lara
"Eu tenho coragem de enfrentar uma boa audiência, uma boa briga." — sobre defender mulheres em juízo

Conteúdo gerado com auxílio de inteligência artificial, com supervisão da equipe. Não guardamos seu nome ou contato sem o seu consentimento.

Central da Dra. RosanaCarregando…
Oi. Sou a Central de Direitos da Dra. Rosana Lara. Me conta o que está acontecendo e eu te digo qual é o seu direito e para onde ir. Se for uma emergência, ligue 190 agora.
Guia gratuito • direitos da mulher

Você não precisa saber o nome da lei. Só precisa dizer o que está acontecendo.

Feito por uma advogada que atende mulheres em situação de violência. Informação orientativa, em linguagem simples, para você dar o primeiro passo. Se estiver em perigo agora, ligue 190.

O que está acontecendo com você (ou com alguém que você conhece)?

Este guia não substitui o atendimento de uma advogada, da Defensoria Pública ou de um serviço de acolhimento. Nada do que você digita aqui é enviado ou gravado. Para sair rápido desta página, use o botão laranja no canto da tela.

Dinheiro que a lei garante à mulher

Apanhou, foi abandonada ou precisa sair de casa? Isto é o que você pode receber.

Entre as buscas mais frequentes das mulheres estão "pensão para mulher agredida", "quanto dá a indenização por violência doméstica" e "ex-marido sumiu e não paga". A resposta existe, e a maioria das vítimas não pede porque ninguém contou. A Dra. Rosana pede isso em juízo todos os dias.

até 6meses de aluguel
Auxílio-aluguel (Lei 14.674/2023)

Se você precisa sair de casa por causa da violência e não tem como se sustentar, o juiz pode conceder auxílio-aluguel como medida protetiva, pago pelo Estado ou município. Em São Paulo, o Tribunal de Justiça já concedeu R$ 1.200 por mês a uma mãe de dois filhos expulsa de casa pelo ex.

Como pedir: junto com a medida protetiva, na delegacia, na Delegacia Eletrônica ou pela Defensoria. Diga que está em vulnerabilidade econômica.
R$valor fixado pelo juiz
Indenização por dano moral, sem precisar provar sofrimento

O STJ decidiu que na violência doméstica o dano moral é presumido: basta comprovar a agressão e pedir. O valor mínimo sai na própria sentença criminal; num caso julgado em 2025, foram R$ 30 mil. Reconciliar depois não cancela o direito.

Como pedir: peça expressamente no boletim de ocorrência, ao promotor ou à Defensoria: "quero indenização por danos morais". Sem pedido, o juiz não pode fixar.
100%dos gastos
Ele paga o prejuízo, até o do SUS (Lei 13.871/2019)

O agressor é obrigado a ressarcir todos os danos: celular quebrado, dente, remédio, consulta, dias sem trabalhar, e ainda o custo do tratamento no SUS e da tornozeleira eletrônica dele.

Guarde notas, fotos e atestados. O pedido de danos materiais entra no mesmo processo.
pensãopara você
Pensão para a mulher que dependia do marido

Além da pensão dos filhos, quem dependia financeiramente pode pedir alimentos para si (transitórios, por um período, ou compensatórios quando ele fica com o patrimônio que gera renda). Deixar mulher ou filhos sem sustento é crime de abandono material (art. 244 do Código Penal).

Como pedir: Defensoria Pública (gratuita) ou advogada. Alimentos provisórios podem sair em dias.
em diasalimentos provisórios
Pensão dos filhos, com prisão por atraso

O juiz fixa alimentos provisórios logo no início do processo, ou já dentro da medida protetiva: desde a Lei 15.412/2026, essa decisão vale como título executivo e você executa direto (bloqueio de conta, penhora) se ele não pagar. Atraso pode gerar prisão civil e desconto em folha. Não precisa esperar o divórcio.

Documentos: certidão dos filhos, comprovantes de gastos e, se souber, onde ele trabalha.
50%dos bens
Ficar na casa e dividir o que foi construído

A medida protetiva pode afastar o agressor e manter você e os filhos no lar. Na comunhão parcial, tudo adquirido durante o casamento ou união estável é dividido ao meio, mesmo no nome dele. Ele também não pode vender bens do casal sem sua autorização.

Peça na medida protetiva "afastamento do lar" e "proibição de venda de bens".
6meses de estabilidade
Afastamento do trabalho sem perder o emprego

A Lei Maria da Penha garante afastamento do trabalho por até 6 meses, com vínculo preservado, quando necessário à sua segurança. Servidoras têm prioridade de remoção; filhos têm prioridade de matrícula em escola perto do novo endereço.

Pedido feito ao juiz da medida protetiva; a Defensoria orienta.
INSSe assistência
Se ele morreu, sumiu ou você está sem renda

Viúva ou companheira em união estável tem direito a pensão por morte pelo INSS. Sem renda, a família pode acessar Bolsa Família e tarifa social pelo CadÚnico, com a mulher como responsável. Em SP, a Casa da Mulher Brasileira e os Centros de Referência ajudam a organizar tudo isso.

INSS 135 · CRAS do bairro · Casa da Mulher Brasileira (capital)
Cinco erros que fazem a mulher perder o que é dela
  1. Não pedir a indenização expressamente. Sem pedido no processo, o juiz não pode fixar.
  2. Achar que precisa provar o sofrimento. Na violência doméstica, o dano moral é presumido.
  3. Sair de casa sem documentos: RG, certidões, carteira de trabalho, comprovantes de bens. Leve cópias, ou fotografe tudo.
  4. Aceitar acordo verbal "para não criar caso". O que não está escrito e homologado não existe.
  5. Desistir depois de voltar com ele. A reconciliação não apaga o direito à indenização nem a medida protetiva já concedida.

Orientação geral com base na legislação e em decisões do STJ e do TJ-SP. Cada caso é analisado pelo juiz. Atendimento gratuito: Defensoria Pública de SP.

Enviar para uma mulher que precisaPerguntar sobre o meu caso
Hub da Enfermagem

Piso, jornada, insalubridade, dimensionamento: as respostas que a categoria mais procura

"Piso salarial da enfermagem" é a busca número um da categoria no Google, seguida de "30 horas", "insalubridade" e "dimensionamento". Aqui está cada uma respondida com a lei e com o caminho para cobrar. Enfermeiras, técnicos e auxiliares: este espaço é de vocês, e fica no ar depois da eleição.

Calculadora do piso

Lei 14.434/2022. O STF decidiu que o valor cheio corresponde a 44h semanais; jornadas menores são proporcionais na maioria dos acordos.

Seu salário-base mínimo pela leiR$ 0

Insalubridade (20% ou 40% do salário mínimo), adicional noturno (20%) e horas extras são pagos além do piso, nunca dentro dele. Convenção coletiva pode fixar valor maior. Estimativa educativa.

É leiRecebo abaixo do piso. Como cobrar?

1) Junte holerites, contrato e registro de ponto. 2) Procure o sindicato da categoria ou o COREN-SP (orientação e denúncia). 3) Denuncie ao Ministério Público do Trabalho (mpt.mp.br, canal online). 4) A Justiça do Trabalho pode condenar ao pagamento das diferenças retroativas. Demitir para recontratar abaixo do piso é fraude.

Insalubridade: 20% ou 40%?

Depende do laudo (NR-15). Contato permanente com pacientes em isolamento ou material infectocontagiante costuma dar grau máximo (40%); contato habitual com pacientes, grau médio (20%). Sem laudo, exija o PPRA/PGR e peça perícia na Justiça do Trabalho.

É leiPlantão 12x36: tenho direito a intervalo e adicional noturno?

Sim. Intervalo mínimo de 1 hora para refeição (e o direito ao repouso da Lei 14.602/2023). O trabalho entre 22h e 5h tem adicional de 20% e a hora noturna é de 52min30s. O 12x36 só vale com acordo ou convenção coletiva.

Ainda é pautaAs 30 horas da enfermagem já valem?

Ainda não como lei federal geral: o projeto das 30 horas segue no Congresso. Vale onde há lei municipal/estadual, convenção coletiva ou plano de cargos. Deputada estadual pode propor as 30h para servidores estaduais da saúde. Essa é uma das pautas do gabinete aberto.

Norma do COFENDimensionamento: quantos profissionais por paciente?

A Resolução COFEN 543/2017 fixa parâmetros mínimos (ex.: em cuidados intensivos, 1 enfermeiro para cada 10 leitos e 1 técnico para cada 2). Escala abaixo do mínimo pode ser denunciada ao COREN-SP, que fiscaliza e notifica a instituição.

Anuidade e inscrição no COREN: posso parcelar? Posso ser cobrada sem exercer?

A anuidade pode ser parcelada e tem desconto para pagamento antecipado. Quem parou de exercer deve pedir o cancelamento ou a suspensão da inscrição, senão a cobrança continua. Dívidas antigas prescrevem em 5 anos.

Fui punida no COREN sem me defender. E agora?

Todo processo ético garante defesa, prazo e recurso ao COFEN. A Defensoria e a OAB-SP (assistência judiciária) podem ajudar. Uma das pautas das chapas 4 e 6 é justamente o COREN que ouve antes de punir.

Código de ÉticaPosso recusar tarefa sem segurança?

Sim. O Código de Ética da Enfermagem (Res. COFEN 564/2017) garante o direito de recusar atividade fora da sua competência ou que não ofereça segurança a você e ao paciente, exceto em urgência e emergência. Registre por escrito à chefia e comunique o COREN-SP.

Home care e ambulância: valem as mesmas regras?

Sim: piso, insalubridade, intervalo e repouso valem para home care, SAMU, remoção e transporte. A proposta da Dra. Rosana inclui estrutura de espera e repouso para equipes de ambulância que aguardam horas nos hospitais.

É leiEstágio, residência e cooperativa: recebo o piso?

Estagiário não (é bolsa, Lei 11.788). Residente recebe bolsa federal própria. Cooperado sim: a Lei 14.434 alcança cooperativas; se a cooperativa mascara vínculo de emprego, cabe ação trabalhista.

Novembro também é eleição da enfermagem

Dia 8 de novembro, 24 horas, online: o COREN que não te ouve, a gente muda

A Dra. Rosana apoia as chapas irmãs de oposição no COREN-SP. Mesmo lado da mesa da live "Quem manda no seu plantão?": Alesp, COREN e Brasília trabalhando juntos por quem cuida. Duas eleições, um só compromisso: valorização, dimensionamento, piso e saúde mental da enfermagem.

O voto no COREN é obrigatório para todos os inscritos com a situação regular. A votação é online, começa às 8h do dia 8/11 e termina às 8h do dia 9/11. É uma eleição diferente da eleição estadual de 4 de outubro.

4
Chapa 4 — técnicos e auxiliaresQuadros II e III. @chapa4coren
6
Chapa 6 — enfermeirosQuadro I. @chapa6corensp
Conhecer as chapas e treinar o voto online

O simulador de voto do COREN e as propostas completas estão no site das chapas.

Radar do Repouso

Seu hospital tem onde a enfermagem descansar?

A primeira medida do programa é um levantamento oficial. Mas quem está no plantão já sabe a resposta. Cada relato anônimo vira um ponto no mapa que a Dra. Rosana vai levar à Secretaria da Saúde e ao Ministério Público do Trabalho.

0relatos recebidos
0unidades mapeadas
0%sem sala adequada

Não pedimos seu nome nem seu registro no COREN. O relato é enviado para a equipe por WhatsApp e consolidado sem identificar quem contou.

Termômetro do Plantão: o art. 15-E exige estes 6 itens. Marque o que existe no seu setor.
0 de 6 itens. Marque acima.
Obrigada. Seu relato foi preparado no WhatsApp; é só apertar enviar.
Mural das Vozes

Aqui ninguém é coitada. Aqui a gente se reconhece.

Relatos curtos, anônimos e moderados de mulheres que romperam um ciclo de violência e de profissionais que cuidam da gente. Ler o relato de outra pessoa é, muitas vezes, o primeiro passo para pedir ajuda.

Levei três anos para entender que controlar meu salário também era violência. Hoje eu abro minha própria conta e durmo em paz.

Mulher, 41, zona lesteExemplo ilustrativo

Doze horas de UTI. O único lugar para sentar era a cadeira do computador. Ninguém falava disso porque parecia reclamação.

Técnica de enfermagem, 29Exemplo ilustrativo

Ninguém me explicou que eu podia pedir a medida protetiva pela internet. Descobri no plantão, por uma colega.

Auxiliar de enfermagem, 36Exemplo ilustrativo
Recebido. A equipe modera em até 48h e publica sem qualquer dado que identifique você ou terceiros.
Como o mural funciona
  • Nenhum relato é publicado automaticamente. Uma pessoa lê antes.
  • Não publicamos nomes de agressores, empresas ou hospitais: isso protege você juridicamente e evita que o mural vire alvo de processo.
  • Situações de risco recebem resposta com os canais oficiais antes de qualquer publicação.
  • O mural não é canal de denúncia. Para denunciar, use a Delegacia Eletrônica, o 180 ou o 181 (anônimo).
Ouvidoria cidadã

Conte o que está acontecendo na sua cidade

Um hospital sem repouso, um posto sem remédio, uma delegacia da mulher fechada, uma escola sem acessibilidade. Mande a demanda com a cidade e a região. Cada envio entra numa fila pública de acompanhamento que será publicada aqui, com status: recebida, encaminhada, respondida. Para o canal oficial do Estado, use também o Fala SP, que gera protocolo com prazo legal de resposta.

Demanda preparada no WhatsApp. Ela recebe um protocolo e entra na fila pública.
Materiais oficiais

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Programa completo, propostas, roteiros dos vídeos, fotos oficiais e logo. Uso livre para imprensa e profissionais que queiram levar o Cuidar de Quem Cuida para o seu hospital.

Fotos e logo de uso exclusivo da Dra. Rosana Lara.

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